“20 Milhões de veículos flex no Brasil”.

Malagrine

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A indústria automobilística brasileira completou no final do primeiro semestre deste ano a produção de 20 milhões de veículos equipados com motores flexíveis (que utilizam os combustíveis etanol e gasolina, simultaneamente). Os chamados veículos flex ditam um marco do uso das tecnologias em que a engenharia brasileira obteve um grande avanço verificado nos últimos tempos, foi a de motores simplificadamente. A primeira experiência no Brasil teve início em 1993, mas não prosperou. O primeiro carro, um Volkswagen Gol, surgiu em março de 2003 com motor de 1.6 litro. Em uma década a trajetória alcançada foi impressionante. Esse marco foi anunciado pelo presidente da Anfavea (a associação das fabricantes), Luiz Moan. Atualmente a frota nacional circulante de veículos leves equipados com motores flex oferecem ao mercado doméstico cerca de 92% dos modelos à venda comercial (incluindo versões procedentes de outros países), o que corresponde a cerca de 70% do total (com mais de 200 modelos, de 15 marcas, entre nacionais e importados. Com isso o Brasil se tornou o quarto maior comprador mundial de veículos (atrás apenas da China, EUA e Japão), o interesse em conhecer mais sobre o etanol ultrapassou as nossas fronteiras. Marcas da China, Coreia do Sul e México passaram a desenvolver no exterior. A oferta total de motores flex disponíveis no mercado brasileiro relembra a importância histórica do Proálcool (lançado pelo Governo Federal em 1975) como o maior programa de combustível alternativo já implantado em um país. Ainda assim em julho de 1979, o Brasil conheceu o primeiro carro a álcool da época – o Fiat 147, recebeu homologação oficial. Ao longo dos anos 1980, motores abastecidos unicamente a etanol chegaram a representar mais de 90% dos modelos vendidos no Brasil. Produziram-se mais de 5 milhões de unidades até 1995. Atualmente o Brasil fabrica mais de 3,5 milhões de unidades flex – muito diferente dos EUA que produzem cerca de 900 mil unidades anuais de automóveis e comerciais leves da série flexível. (Por Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Foto: Divulgação).

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