Indústria automotiva em 2015 deve acompanhar o fraco desempenho verificado em 2014.

MalagrineO ano de 2014 para o segmento automotivo trouxe para tona a grande preocupação da atual conjuntura econômica e até mesmo politica do País. A insensibilidade numérica confirma a forte recessão, haja vista a situação das montadoras, onde a qualificada mão de obra é penalizada pelas demissões em massa. No exercício físico entre janeiro até dezembro de 2014 foram contabilizadas 12 mil postos de trabalhos fechados. Para este inicio de ano o cenário não é diferenciado: mais demissões… O Brasil fechou com amargurados números negativos que incidem sobre a indústria automotiva nacional: – 40% nas exportações (isto é muito ruim, pois demarca que os nossos produtos não tem competitividade internacional e que não podemos ficar parados e olhando apenas para a vizinha “Argentina”, somados a grave crise mundial…), – 7% nos emplacamentos (a população brasileira passa pelo crivo financeiro: aumento da inadimplência e mais “aperto financeiro”) e – 15% de produção veicular (“não tendo venda”, não se produz com intensidade…). Mas até quando veremos este quadro? Técnicos e especialistas da área suavizam com as informações do passado: “já passamos por crise pior em tempos atrás”… Assim registramos em 12 anos o pior resultado para a área automotiva. Como sétimo País do mundo, nossa situação sinaliza “amargosos” meses que virão pela frente… Helio L Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Foto: Divulgação.

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